![]() |
LITERATURA |
|
|
A geração do final do século XX e início do XXI tem se encontrado com as mais diversas formas de sofrimento. Seja ele físico, moral, social, econômico ou espiritual, o sofrimento está incomodando os homens, independentemente de classe e cultura, em qualquer lugar, quer nas grandes famílias, tribos indígenas ou em pessoas solitárias, e cada vez mais os homens têm procurado receber e dar explicações para a razão do sofrimento através da ciência, filosofia, sabedoria oriental e religião.A Depressão tem sido um tipo de sofrimento que traz bastante problema e desgosto para as pessoas. Calcula-se uma quantidade inumerável já afetada por este mal que tem muitas explicações mas traz pouco convencimento. Uma dor que não dói como as outras dores, mas que dói, dói muito, porque dói na alma. Este trabalho não procura discutir a Depressão sob as letras da ciência. É uma contribuição pastoral a partir de experiências pessoais, com o objetivo de ajudar aos filhos de Deus que estão se sentindo no fundo do poço, para que enfrentem essa angústia (com características apocalípticas Lc 21:25,26) com os meios de graça que o Senhor tem dado à Sua Igreja, na convicção de que os meios divinos são remédio santo para o cristão no tratamento e cura de sua depressão. Clique aqui e faça o download na íntegra. |
|
|
O relacionamento entre pais e filhos está estremecido e isso tem trazido tristezas e momentos desagradáveis para ambos. Achei que deveria oferecer uma contribuição, através de um breve comentário sobre o quinto mandamento da lei divina, que ordena aos filhos honrarem a seus pais. É uma literatura dirigida aos filhos, contendo lições bíblicas e histórias reais, destas que fazem parte do nosso dia. Minha oração a Deus é para que pais e filhos vivam em paz e aproveitem das bênçãos de uma saudável comunhão familiar. Era uma noite de domingo, a rua estava quase deserta, quando ouvi uma gritaria de vozes femininas misturadas com o barulho de coisas quebrando dentro de uma casa. Procurei ver o que estava acontecendo e me deparei com uma cena desagradável: dois corpos estavam em luta, pai e filho mediam forças. Por conta da idade, o pai estava levando desvantagem e saiu marcado do confronto.
A cena era horrível. Eu nunca vira tal coisa antes e confesso que não é nada agradável ver filho e pai se esmurrando, publicamente, à porta de sua casa. O pai daquele moço ficou tão envergonhado que nunca mais retornou para sua casa. Uma filha, saindo da adolescência, em acordo com o namorado planejou o assassinato dos pais. De noite, quando dormiam, pai e mãe foram mortos a paulada. A imprensa noticiou que quatro dias após o crime ela promoveu uma festa para amigos, na mesma casa, com churrasco e música. Essas histórias são reais, estão acontecendo nas pequenas e grandes cidades e mostram até que ponto pode chegar o relacionamento entre filho e pai. Até à violência e à morte. |
|
|
No final de algumas tardes ensolaradas do inverno amazônico, no recesso das chuvas, saía para brincar num terreno cheio de árvores que ficava do outro lado da cerca que o separava de minha casa. Eu gostava de brincar naquele lugar, ouvir o silêncio da natureza e aspirar o cheiro do mato rasteiro que se espalhava sobre o terreno. Ali apreciava o verde-oliva das folhas marmoreadas pelos pingos prateados da chuva e, inspirado pela nostalgia do crepúsculo, entregava-me a pensar na misteriosa e inalcançável pessoa de Deus, na eternidade da alma e na razão de ser da minha existência. No terreno, depois de cada chuva, se formavam poças de água, e, coisas de menino, entre uma solitária brincadeira e outra, corria para perto de alguma delas, quase sempre a que continha mais água, e ali permanecia por um bom tempo, com a cabeça baixa, olhando fixamente para o espelho de água represada numa concha aprofundada da terra cavada pelas águas que vinham das nuvens... Este opúsculo não é um estudo científico, mas um convite para mergulharmos no profundo lago da Consciência, tocarmos o seu leito de areia cristalina, curvarmos a cabeça e nos concentrarmos na imensidão de nosso ser, e, sob os raios emitidos pelo Sol Nascente das Alturas, contemplarmos o lago no qual se move e navega a alma de cada um de nós. É um convite para a meditação, o auto-exame, a sondagem interior e o conhecimento pessoal. Com os pés no chão, lembrando de que são de barro, e com o espírito quebrado pelo reconhecimento de quem eu sou, ouso convidar você para pensar os seus pensamentos, analisar a fé, sondar a intimidade com Deus e discernir os rumos de sua vida a partir de uma consciência iluminada pela Palavra e pelo Espírito. |
|
|
Cristãos entram em Depressão? Caem no fundo do poço? Experimentam tristezas profundas? Podem sentir angústia e desespero? Perdem a vontade de viver? Afinal, uma pessoa convertida pode se sentir abandonada por Deus? Não tenho, neste livreto, intenção de tentar explicar o que é Depressão. Há profissionais com bom conhecimento científico para fazê-lo. Vamos nos deter nas tristezas vividas por um deprimido, assessorado pela experiência de já ter passado pela Depressão e aproveitando uma estrada percorrida de quase três dezenas de anos de ministério pastoral ao lado de pessoas abatidas por esse terrível mal. A Depressão está atingindo muitos dos nossos irmãos. De líderes a membros antigos e novos. De uma hora para outra, as pessoas começam a sentir uma tristeza profunda, e perturbam-se, porque não sabem explicar o porquê de aquilo estar acontecendo com elas. É necessário dizer que não se trata daquele tipo de tristeza que normalmente sentimos... Momentos de tristeza, que vão e vêm. É mais do que uma tristeza normal e até natural. É tristeza que vem de uma angústia que não dá para se colocar em papel. Uma tristeza que prostra, que dói, que não é causada pelas coisas do mundo exterior, mas vem lá de dentro, não do peito, mas, certamente, do espírito. Nenhum mortal é capaz de traduzir esta dor! Não existe ator no mundo competente para interpretar com exatidão a expressão e o sentimento de alguém com Depressão. Nosso objetivo é trazer consolo e animar os corações para que suportem essa tribulação, e, sob o foco da Palavra de Deus, prossigam nesta caminhada que culminará na Jerusalém Celestial. |
|
|
Parece ironia, mas muitos membros não sabem o que faz o pastor. Muita gente pensa que o pastor é um trabalhador apenas do domingo quando tantos estão descansando, e folga nos seis dias da semana quando todos estão trabalhando. Estou absolutamente certo de que a maioria dos que participam da igreja não sabem o que é ser pastor e nem o que ele faz. Mas, afinal, o que faz mesmo um pastor?
Para começar, o pastor é um trabalhador que tem de visitar para poder apascentar. A visita é indispensável e certamente a tarefa mais desgastante no campo emocional. Nesse trabalho o pastor toma conhecimento de necessidades, cuida dos enfermos espirituais, constrói amizade com o rebanho, obtém confiança, conhece mais de perto as pessoas, leva esperança, consola os atribulados, intercede, comunica simpatia espiritual e abençoa. Na visita o pastor evangeliza, colhe argumentos para o sermão, doutrina, prepara o crente para ir ao céu, etc.Junto com a visitação o pastor tem a responsabilidade de se preparar para pregar a Palavra. A visita pastoral é fundamental para o exercício da pregação da palavra. Sem visita, a aplicação do sermão ficará prejudicada e o coração não é alcançado. Visita e pregação são duas colunas nas quais se realiza o ministério pastoral... |
FOLHETOS
![]() Deus é Jesus Jesus è Deus |
![]() Jesus, O Deus do Velho Testamento |
![]() Jesus, O Deus Unigênito |
![]() Maria, A Bem aventura mãe de Cristo |
![]() Escritura Sacrada Elas Testificam de mim... |
Entre em contato pelo Telefone: 3214-2680 ou pelo e-mail:franklinrdavila@yahoo.com.br